9.ª Assembleia Diocesana da Pastoral Social e Mobilidade Humana

No próximo dia 24 de fevereiro de 2018 - II sábado da quaresma, o Secretariado Diocesano da Pastoral Social e Mobilidade Humana realiza a 9.ª Assembleia Diocesana, no Auditório da Escola Superior Agrária, em Castelo Branco, conforme programa abaixo.

“A família e o cuidado da Casa Comum. Um exercício de ecologia integral” é o tema da Assembleia, com a qual pretendemos reflectir e identificar, à luz da Exortação Apostólica “Amoris Laetitia” e da Eco-Encílica “Laudato Si”, que muitos dos nossos problemas ecológicos e dos nossos problemas sociais e pessoais estão enraizados nas mesmas fraquezas humanas. Vamos ter presente o drama dos incêndios florestais e das graves repercussões no ecossistema, na sociedade e na família e na mensagem que a Igreja nos transmite através dos dois documentos referidos.

Dada a importância dos assuntos em questão, o nosso Bispo e o Secretariado Diocesano da Pastoral Social e Mobilidade Humana, convidam a Comunicação Social a divulgar este evento, no sentido da mobilização das pessoas e a vossa participação nos trabalhos da Assembleia do dia 24 de fevereiro. É necessário que nos mobilizemos, pois a temática diz respeito a todos e a cada um de nós. Não podemos deixar que os dramas se sucedam, de ano para ano, como se de uma inevitabilidade se trate. Contamos com a vossa participação.

Como nos anos anteriores, o almoço é oferecido pelo Secretariado Diocesano da Pastoral Social e Mobilidade Humana, aceitando, contudo, o contributo que, voluntariamente, cada participante queira dar.

A inscrição deverá ser enviada para Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar

PROGRAMA

10,00h - Acolhimento

 

10,30h - Oração

- Sessão de Abertura

- D. Antonino Dias - Bispo Diocesano

- Dr. Luís Manuel S. Correia – Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco

- P. José António Ribeiro Gonçalves – Arcipreste de Castelo Branco

- Elicídio Bilé -Diretor do Secretariado Diocesano da Pastoral Social e Mobilidade Humana

 

11,00h – “Família e cuidado da casa comum”

- Dr. Paulo Francisco – Sociólogo

 

12,00h - Debate

12,45h - Almoço

 

14,30h - “A perda da biodiversidade – consequências dos fogos florestais”

Dr. Duarte Caldeira – Diretor do Centro de Estudos de Proteção Civil

Dr. João Pereira - Secretário-geral da Cáritas Portuguesa

 

15,30h - Debate

16,30h – Oração Final e Encerramento dos trabalhos - D. Antonino Dias - Bispo Diocesano

 

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA A QUARESMA DE 2018

«Porque se multiplicará a iniquidade,
vai resfriar o amor de muitos» (
Mt 24, 12)

Amados irmãos e irmãs!

Mais uma vez vamos encontrar-nos com a Páscoa do Senhor! Todos os anos, com a finalidade de nos preparar para ela, Deus na sua providência oferece-nos a Quaresma, «sinal sacramental da nossa conversão»,[1] que anuncia e torna possível voltar ao Senhor de todo o coração e com toda a nossa vida.

Com a presente mensagem desejo, este ano também, ajudar toda a Igreja a viver, neste tempo de graça, com alegria e verdade; faço-o deixando-me inspirar pela seguinte afirmação de Jesus, que aparece no evangelho de Mateus: «Porque se multiplicará a iniquidade, vai resfriar o amor de muitos» (24, 12).

Esta frase situa-se no discurso que trata do fim dos tempos, pronunciado em Jerusalém, no Monte das Oliveiras, precisamente onde terá início a paixão do Senhor. Dando resposta a uma pergunta dos discípulos, Jesus anuncia uma grande tribulação e descreve a situação em que poderia encontrar-se a comunidade dos crentes: à vista de fenómenos espaventosos, alguns falsos profetas enganarão a muitos, a ponto de ameaçar apagar-se, nos corações, o amor que é o centro de todo o Evangelho.

Os falsos profetas

Escutemos este trecho, interrogando-nos sobre as formas que assumem os falsos profetas?

Uns assemelham-se a «encantadores de serpentes», ou seja, aproveitam-se das emoções humanas para escravizar as pessoas e levá-las para onde eles querem. Quantos filhos de Deus acabam encandeados pelas adulações dum prazer de poucos instantes que se confunde com a felicidade! Quantos homens e mulheres vivem fascinados pela ilusão do dinheiro, quando este, na realidade, os torna escravos do lucro ou de interesses mesquinhos! Quantos vivem pensando que se bastam a si mesmos e caem vítimas da solidão!

 

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11 Famílias celebraram o NATAL nas novas habitações reconstruídas pela Cáritas Diocesana de Portalegre – Castelo Branco

No passado mês de Agosto, a Cáritas Diocesana assumiu o compromisso de reconstrução de 15 habitações ardidas nos Incêndios Florestais, na área da Diocese de Portalegre – Castelo Branco, a maior área ardida nos incêndios florestais do verão passado.

Foi por entre o clamor das famílias que choravam de dor pela perda do seu património pessoal e com ele, parte da sua história que desaparecia na voragem das chamas; da luta e do clamor dos autarcas perante a injusta distribuição dos meios de combate aos incêndios; do sofrimento dos párocos que juntaram a sua dor à dor das famílias das suas comunidades, que não lhes regatearam o seu labor, numa presença permanente, de ajuda espiritual e também material; foi neste ambiente que a Cáritas Diocesana, conjuntamente com os párocos visitaram as famílias afectadas, os territórios ardidos e algumas zonas ainda em combustão.

 

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“Acolher é Amar e deixar-se Amar”

No dia 30 de Outubro, a convite do Núcleo da Amnistia Internacional de Estremoz, participámos na Sessão Pública "O Direito a ter um lugar no Mundo".

Perante a preocupação com a situação dos refugiados, foi-nos pedido que falássemos sobre o Acolhimento que vimos fazendo com as pessoas que estão refugiadas em Portalegre.

Assim, como sabem, no âmbito do Projecto “Língua, Cultura e Cidadania”, acolhemos na Cáritas Diocesana de Portalegre-Castelo Branco, diariamente, muito concretamente, o Grupo RrefugiALACER., e desenvolvemos, inclusive, várias actividades que ajudam na sua integração.

De acordo com o solicitado, foi feita a abordagem que transcreveremos sobre Acolhimento, intitulada: ACOLHEMOS: Sim, Não ou Talvez?

Tratou-se de um momento que possibilitou, através de imagens de powerpoint, passado praticamente, em simultâneo, dar a conhecer as actividades já desenvolvidas, esclarecer algumas dúvidas e de permitir igualmente, uma reflexão sobre este tema.

Contudo, o momento mais importante e mais esperado, prendeu-se, sem dúvida, com a presença dos refugiados e com os testemunhos na primeira pessoa.

ACOLHEMOS: Sim, Não ou Talvez?

 

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